<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Violeta Hemsy de Gainza&#187; Publicaciones</title>
	<atom:link href="http://www.violetadegainza.com.ar/categoria/publicaciones/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.violetadegainza.com.ar</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Jun 2010 12:27:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2010/02/entrevista-a-violeta-hemsy-de-gainza/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2010/02/entrevista-a-violeta-hemsy-de-gainza/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Novedades]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[didáctica de la música]]></category>
		<category><![CDATA[Pep Alsina]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Eufonía]]></category>
		<category><![CDATA[Violeta de Gainza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/?p=2616</guid>
		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza en la Revista Eufonía, Didáctica de la Música, Nº 48 (Enero-Marzo 2010).</p> <p>Por Pep Alsina En la entrevista, Violeta Hemsy de Gainza nos habla de sus comienzos en la música y en la educación musical, sus recuerdos y su recorrido, así como de las líneas de trabajo y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2617" title="eufonia" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/eufonia-177x250.jpg" alt="" width="177" height="250" />Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza en la Revista Eufonía, Didáctica de la Música, Nº 48 (Enero-Marzo 2010).</strong></p>
<p><em><strong>Por Pep Alsina</strong></em><br />
En la entrevista, Violeta Hemsy de Gainza nos habla de sus comienzos en la música y en la educación musical, sus recuerdos y su recorrido, así como de las líneas de trabajo y de las personas en las que se reconoce, y ahonda también en la percepción que tiene de la actualidad de la educación musical.</p>
<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/Violeta.pdf" target="_blank" >Ver entrevista en PDF</a></p>
<p><a href="http://eufonia.grao.com/revistas/verficheronuevo.asp?id=7&amp;idn=58&amp;ida=15" target="_blank">Ver en la Web</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2010/02/entrevista-a-violeta-hemsy-de-gainza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista a Violeta de Gainza</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/11/entrevista-a-violeta-de-gainza/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/11/entrevista-a-violeta-de-gainza/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Novedades]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guri Santa Marcelina]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[seminario latinoamericano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/?p=2591</guid>
		<description><![CDATA[<p>Entrevista realizada durante el Seminario Iberoamericano de Educaçao Musical en Inclusão Social. São Paulo, Brasil. 10 de noviembre de 2009.</p> <p>Na manhã desta terça-feira, o Seminário Ibero-Americano de Educação Musical e Inclusão Social teve início com a participação de Violeta Gainza, que discursou sobre o tema “Panorama da Educação Musical na América Latina”. Consciente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="lightbox" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/violeta_gainza.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2593" title="Violeta" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/violeta_gainza-250x150.jpg" alt="Violeta" width="250" height="150" /></a>Entrevista realizada durante el Seminario Iberoamericano de Educaçao Musical en Inclusão Social.<br />
</strong> São Paulo, Brasil. 10 de noviembre de 2009.</p>
<p>Na manhã desta terça-feira, o Seminário Ibero-Americano de Educação Musical e Inclusão Social teve início com a participação de Violeta Gainza, que discursou sobre o tema “Panorama da Educação Musical na América Latina”. Consciente da amplitude da abordagem, Gainza levantou alguns pontos em comum aos países latino-americanos. Se por um lado, o bloco vive uma crise nos sistemas educativos, que veio acompanhada de outras crises sociais e econômicas nos anos 90, por outro, a professora de música ressaltou o grande nível de expressão e vida presente na população da América Latina, capaz de promover mudanças efetivas no cenário da educação musical.</p>
<p><strong>Como a música e o ensino musical podem contribuir para que a sociedade latino-americana saia da atual crise em que se encontra?</strong></p>
<p>A música é um direito do ser humano. Ela nos dá energia e alimento e permite a comunicação entre as pessoas, atuando como elo da sociedade. E este poder que a música exerce sobre as pessoas, como indivíduo, como grupo e como agente de comunicação, possibilita uma real inclusão social. A música, que antes de ser arte é linguagem, facilita este laço de união entre as pessoas. Todos precisam de música, da sua música.</p>
<p><strong>Que mudanças são necessárias no atual cenário da educação musical na América Latina?</strong></p>
<p>É necessário que se volte a pensar na educação musical, já que nos últimos tempos ela foi pensada de maneira equivocada. Precisamos superar uma visão colonialista da educação e assumir maior autonomia sobre nossos métodos, formando comunidades de educadores críticos que reflitam sobre a música e a educação. As instituições ligadas à educação deixam muito a desejar: a prática e a teoria não caminham juntas, não estão integradas. Enfatizam-se dogmas, conceitos, mas não se desenvolve o sentido crítico do ser humano; não é uma época de liberdade de pensamento. Temos que reconquistar a liberdade no campo da educação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/11/entrevista-a-violeta-de-gainza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Educaçao Musical na visão de uma Especialista</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/07/educacao-musical-na-visao-de-uma-especialista/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/07/educacao-musical-na-visao-de-uma-especialista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 21:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[educación musical]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos de Psicopedagogia Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Revista No Tom]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/?p=1863</guid>
		<description><![CDATA[<p>Revista No Tom. Revista da CAEM, Central de Apoio às Escolas de Música. São Paulo, junio 2009.</p> <p>por Valéria Forte e Vanessa Coelho</p> <p>Violeta Hemsy de Gainza é uma unanimidade no meio eduacional. Há cuase 50 anos a musicista argentina constribui para o aprimoramento do ensino de Música em toda América Latina, priorizando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Portada de la Revista No Tom " rel="lightbox" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/notom.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1864" title="Revista No Tom" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/notom-187x250.jpg" alt="Revista No Tom" width="168" height="225" /></a><strong>Revista No Tom. Revista da <a href="http://www.escolasdemusica.com.br/cinfo.asp" target="_blank">CAEM</a></strong><strong>, Central de Apoio às Escolas de Música. São Paulo, junio 2009.</strong></p>
<p><em>por Valéria Forte e Vanessa Coelho</em></p>
<p>Violeta Hemsy de Gainza é uma unanimidade no meio eduacional. Há cuase 50 anos a musicista argentina constribui para o aprimoramento do ensino de Música em toda América Latina, priorizando o estímulo criatividade e atençao especial às particularidades de cada estudante. Seus estudos de Pedagogia  contribuíram para a transformaçao das relaçoes dentro das salas de aula atrevés da ênfase na integraçao entre professor e aprendiz, ocupando o espaço do modelo tradicional no qual o docente se limitava a passar o conteúdo sistematicamente e o estudo prático era limitado à repetiçao exaustiva de obras clássicas. Sua obra incluiais de 40 títulos dedicados ao estudo de  Música em geral, prática de instrumentos como piano e violão, e improvisação e já foi traduzida para idiomas como inglês, alemaõ e francês. É membro honorário do ISME (International Society for Music Education) e edita o anuário dessa instituição. Já foi presidente e atualmente é membro consultor da Associação Argentina de Musicoterapia e também é presidente honorária do FLADEM (Fórum Latino Americano de Educação Musical).</p>
<p>A <a href="http://www.escolasdemusica.com.br/nt_flash/" target="_blank">Revista No Tom</a> conversou com Violeta, que tem ministrado cursos, seminários e conferências em seu país e ao redor do mundo e em agosto será uma das palestrantes do 5 to Encontro Nacional de Escolas de Música, a ser realizado em São Paulo.</p>
<p>Confiram o resultado!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-425" title="pdf" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/pdf2.gif" alt="pdf" width="20" height="19" /><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/NoTom.pdf" target="_blank">Descargar Entrevista en PDF</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/07/educacao-musical-na-visao-de-uma-especialista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista a Violeta de Gainza por Noam Ben-Zeev, Tel Aviv</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/04/entrevista-a-violeta-de-gainza-por-noam-ben-zeev-tel-aviv/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/04/entrevista-a-violeta-de-gainza-por-noam-ben-zeev-tel-aviv/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 22:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[educación musical]]></category>
		<category><![CDATA[Formación instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[haaretz]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Noam Ben-Zeev]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogía]]></category>
		<category><![CDATA[piano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=434</guid>
		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza del periodista Noam Ben-Zeev, a cargo de la sección musical- cultural del diario Haaretz de Tel Aviv.</p> <p>El domingo 12 de abril Violeta fue invitada por el Conservatorio de Tel Aviv, a dictar una Conferencia-Taller, dirigida a los profesores de piano y otros instrumentos, sobre la Formación instrumental en [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza del periodista Noam Ben-Zeev, a cargo de la sección musical- cultural del diario Haaretz de Tel Aviv.</strong></p>
<p>El domingo 12 de abril Violeta fue invitada por el Conservatorio de Tel Aviv, a dictar una Conferencia-Taller, dirigida a los profesores de piano y otros instrumentos, sobre la <strong>Formación instrumental en la Pedagogía Musical actual</strong>. En esa ocasión, participaron tres niños israelíes ya iniciados en el piano, dos gemelas de 7 años, Mia y Gaia y su hermano Roi de 9.<br />
Finalizada la conferencia, Violeta fue entrevistada por el destacado periodista <strong>Noam Ben-Zeev, del diario Haaretz</strong>, quien estuvo presente durante el desarrollo de la conferencia.</p>
<p><span id="more-434"></span></p>
<p><strong>Diario Haaretz, Tel Aviv. 12/04/2009</strong></p>
<p><em>Por Noam Ben-Zeev.<br />
</em><br />
Last week Argentinean-born Prof. Violeta Hemsy de Gainza, a leading international figure in music education during the second part of the 20th century, visited Israel. De Gainza is a pioneer in her field in the Spanish- and Portuguese-speaking parts of the world, and is well known elsewhere in Europe as well. Her books &#8211; there are more than 40 &#8211; and her research studies, which have been published in journals covering all aspects of music education, have been translated into many languages and serve as an important source of information for people who work with ensembles, or who teach musicians, musical improvisation and theory, from early childhood through university.</p>
<p>De Gainza was one of the guiding forces in the International Society for Music Education, and has taught in countries on five continents. She has a modern way of thinking about musical education in a multicultural context, and, in one of the small rooms at the Stricker Conservatory in Tel Aviv, she demonstrated some of the principles of her method to an audience that included leading figures in the field of music education in Israel.</p>
<p><!--more--></p>
<p>&#8220;A person learns to talk, to draw and to walk, not by means of lectures on theory and demonstrations with the help of a blackboard and chalk, and not through intellectual understanding,&#8221; said de Gainza in a conversation after her workshop. &#8220;It&#8217;s simply necessary to do it. To learn to talk and draw, there is no need for a teacher &#8211; just for interaction with the environment. And learning music is identical to this: Music is no different from language. We are programmed to learn it just like language because there are certain areas of the brain that are intended for this: Everyone has them, regardless of culture or formal education. The trouble is that music has been idealized and people have related to it as something sublime, sacred. This is correct, those aspects do exist, but at the highest and most advanced levels. We are tainted by these perceptions and we have to dispense with them.&#8221;</p>
<p>De Gainza sees the piano keyboard as an infrastructure for play &#8211; as a territory intended for a person&#8217;s communication with himself, or even between a mother and child.</p>
<p>&#8220;Nowadays when people approach the piano, they immediately think about how you are supposed to sit, how to hold your body, at what angle your hand should be, how to hold your fingers, place them on the keys and curve them &#8211; and immediately you are supposed to learn to read notes and know what the scales and intervals are. But there is no difference between the piano and any other kind of play: soccer, for example. How absurd it is to think about proper training, and instead of just giving the child a ball, starting with explanations of how to swing your foot and how to run and kick, and drawing up theories on the blackboard. Maradona became the genius he was because he played with the ball as a child; he bounced it, chased it, butted it and drew it to him like a magnet, no matter how far away from him it was. Music is first of all play, and generations upon generations have not let children play with music. They were not given the freedom of access to it. You have to invite the fingers to play, just as you invite someone to dance.&#8221;</p>
<p><strong>Is thought not needed in learning music?<br />
</strong><br />
<strong>De Gainza</strong>: &#8220;Of course it is needed, always, and the more you progress, the more you need it &#8211; but it must not interfere.&#8221;</p>
<p>She also said that &#8220;music is a basic human right, and every child is entitled to learn it at school. Moreover, it is useful: Composer and music educator Zoltan Kodaly proved this at his musical schools in Hungary, where they researched the effect of music on other areas, [and] students had much higher achievements in mathematics and the study of languages. Only now, everywhere around the world, it is hard to institute reforms in the field. Neo-liberalism isn&#8217;t concerned with educating people but rather with money. It is a pity that they don&#8217;t know the extent to which education is such an easy thing: Building a skyscraper or directing a feature film &#8211; these are much harder than educating someone.&#8221;</p>
<p>De Gainza demonstrates on the piano some exercises she has learned from improvisations done by her students: There is a hand game in which one plays with the fingers between an outstretched thumb and pinky, imitations of sounds and music inspired by all kinds of styles. &#8220;This is improvisation, play, experimentation &#8211; and pure creativity,&#8221; she declares.</p>
<p>Indeed, &#8220;creativity&#8221; is a key word in her method. It is not enough, she explains, to develop it among teachers, as during the first half of the last century, but rather it should also be encouraged among children: &#8220;The 19th century developed the theory in musical education, the 20th century, the practical aspects of it, and now in the 21st century we need a new revolution that will combine the two and lead to critical thinking and imagination in instruction. We don&#8217;t need extensive research to this end. It isn&#8217;t research that is lacking &#8211; it&#8217;s wisdom.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/04/entrevista-a-violeta-de-gainza-por-noam-ben-zeev-tel-aviv/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Puede cambiar la vida para mejor o para peor</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/puede-cambiar-la-vida-para-mejor-o-para-peor/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/puede-cambiar-la-vida-para-mejor-o-para-peor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 11:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas, Mensajes y Lecturas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Novedades]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[diario la gaceta]]></category>
		<category><![CDATA[El poder de la música]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogía]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga social]]></category>
		<category><![CDATA[Vivaldi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=1482</guid>
		<description><![CDATA[<p>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 29/03/2009</p> <p style="padding-left: 240px;"> El Poder de la Música.</p> <p>Domingo 29 de Marzo de 2009 19:03 &#124; “En cada ser humano produce un efecto particular”, advierte la experta Violeta Hemsy de Gainza. No hay fórmulas.</p> <p>“La música tiene un efecto de seducción, de fascinación; cuando es genuina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="¨lightbox¨" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logohead_original.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1483" title="logohead_original" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logohead_original-250x32.jpg" alt="logohead_original" width="250" height="32" /></a>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 29/03/2009</strong></p>
<p style="padding-left: 240px;"><strong> El Poder de la Música.</strong></p>
<p><strong>Domingo 29 de Marzo de 2009 19:03</strong> | “En cada ser humano produce un efecto particular”, advierte la experta <strong>Violeta Hemsy de Gainza</strong>. No hay fórmulas.</p>
<p>“La música tiene un efecto de seducción, de fascinación; cuando es genuina, toca, hiere, afecta y sensibiliza”, explicó a LA GACETA Violeta Hemsy de Gainza, una tucumana radicada desde hace muchos años en Buenos Aires cuyos vastos conocimientos musicales (es licenciada en Música, profesora de Química, especialista en Educación Musical, psicóloga social y pedagoga musical) le valieron proyección internacional.<br />
Según la especialista, es de común conocimiento que “la música impacta poderosamente en las personas, las afecta a nivel psicofísico de una manera muy evidente; produce cambios en la circulación y en el ritmo cardíaco. Por algo cobró tanto auge la carrera de musicoterapia en la que durante cinco años se estudia la aplicación de la música en el campo de la salud”. La especialista trazó algunas analogías: “la música es algo que puede cambiar la vida, para mejor o para peor; en este sentido, es como el amor, que te puede mejorar la experiencia en el mundo o te la puede arruinar también”, expresó.</p>
<p><strong>Los efectos</strong><br />
A pesar de que son indiscutibles los efectos que los sonidos organizados producen en las personas, la profesora advierte cierta confusión. “No hay una relación directa entre el tipo de música y el efecto que produce en las personas. Podemos hablar en términos generales y decir que una melodía suave puede tener un efecto tranquilizador; o que poner Vivaldi durante la mañana, a un volumen no demasiado alto ni muy bajo, transmite optimismo y energía. Pero no existen fórmulas: en cada ser humano produce un efecto particular”. “No por escuchar una melodía suave y tranquila, una persona extremadamente excitada se tranquilizará, y viceversa: si está deprimido tampoco es preciso que escuche una música súper alegre, porque sería contraproducente”, afirmó. La profesional dijo que las políticas educativas actuales no otorgan a la música el espacio que debería tener, con sus consecuentes riesgos. “Hoy en día la música acompaña la idea tan actual de que ‘está todo bien’, y se la usa como una cortina para divertir y transmitir alegría”.</p>
<p><a href="http://www.lagaceta.com.ar/nota/319854/Espectaculos/Puede_cambiar_vida_para_mejor_o_para_peor.html" target="_blank">La Gaceta</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/puede-cambiar-la-vida-para-mejor-o-para-peor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista a Violeta en el programa Tema e Variações</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/entrevista-a-violeta-en-el-programa-tema-e-variacoes/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/entrevista-a-violeta-en-el-programa-tema-e-variacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 10:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[audio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Medaglia]]></category>
		<category><![CDATA[radio]]></category>
		<category><![CDATA[Radio Cultura FM]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tema e Variações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=860</guid>
		<description><![CDATA[<p>Radio Cultura FM-103,3 MHz, São Paulo, Brasil. </p> <p>Apresentançaõ: Júlio Medaglia- 28 de febrero de 2009 </p> <p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor dewplayer o usando los links.)</p> <p>http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3</p> <p>Primera parte Segunda parte Tercera parte Cuarta parte</p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Radio Cultura FM-103,3 MHz, São Paulo, Brasil.<br />
</strong></p>
<p><strong>Apresentançaõ: Júlio Medaglia- 28 de febrero de 2009 </strong></p>
<p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor dewplayer o usando los links.)</p>
<p><!-- Dewplayer Begin--><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer-multi.swf?mp3=http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3&amp;showtime=1&amp;bgcolor=FFFFFF" width="240" height="20"><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="movie" value="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer-multi.swf?mp3=http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3| http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3&amp;showtime=1&amp;bgcolor=FFFFFF" /></object><!-- Dewplayer End--><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3">http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3</a><br><a href=" http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3"> http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3</a><br><a href=" http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3"> http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3</a><br><a href=" http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3"> http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3</a><br></p>
<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3">Primera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3">Segunda parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3">Tercera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3">Cuarta parte</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2009/03/entrevista-a-violeta-en-el-programa-tema-e-variacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3" length="16055259" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3" length="8447511" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3" length="16402203" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3" length="10450779" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Conciertos de Alumnos</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/12/conciertos-de-alumnos/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/12/conciertos-de-alumnos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 23:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artículos]]></category>
		<category><![CDATA[Conciertos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizaje]]></category>
		<category><![CDATA[Conciertos Didácticos]]></category>
		<category><![CDATA[metodología]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogía]]></category>
		<category><![CDATA[piano]]></category>
		<category><![CDATA[recurso didáctico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=501</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conciertos didácticos de piano con niños y adolescentes(*) Los conciertos de alumnos en el contexto de la educación musical tradicional suelen estar asociados a una gran exigencia, generadora de un monto apreciable de ansiedad y desazón. Como profesora de piano, he ido desarrollando a través de años de práctica pedagógica un modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1772" title="pianito" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/12/pianito.JPG" alt="pianito" width="150" height="152" />Conciertos didácticos de piano con niños y adolescentes(*)<br />
</strong><br />
Los conciertos de alumnos en el contexto de la educación musical tradicional suelen estar asociados a una gran exigencia, generadora de un monto apreciable de ansiedad y desazón. Como profesora de piano, he ido desarrollando a través de años de práctica pedagógica un modelo alternativo de reunión o encuentro musical informal que responde, con naturalidad y sin forzar a los chicos, a sus necesidades básicas de desarrollo al mismo tiempo que a sus expectativas musicales.</p>
<p style="text-align: justify;">El concierto es para nosotros un importante recurso didáctico al servicio del aprendizaje. Sus beneficios, cuando está adecuadamente instrumentado, son numerosos y de peso, ya que el niño no sólo aprende más y mejor, sino que goza haciendo música para sí mismo y pudiendo compartirla con los demás. No se trata de un mero &#8220;acto escolar&#8221;, producido desde arriba, sino una herramienta para el progreso musical y para la autoevaluación de los chicos y del maestro. El alumno -niño o adolescente- deja de ser un objeto de la manipulación pedagógica para constituirse en el protagonista integral de su propio proceso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-501"></span></p>
<p style="text-align: justify;">En el momento en que decidimos organizar un concierto, por haber recibido una invitación para prepararlo, o porque lo consideramos conveniente en relación con el proceso de aprendizaje, no tenemos aún idea de lo que vamos a hacer. Los chicos, al dedicarse a lo largo del año al estudio del repertorio musical, van acumulando cierta experiencia en diferentes campos del desarrollo musical, mientras aprenden un buen número de pequeñas obras que guardan celosamente en sus dedos y su memoria como parte de su propio &#8220;capital&#8221; musical.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de lo que cada chico lleva hecho en el punto en que se encuentra, el programa de concierto, en una primera aproximación, surge naturalmente. Siempre aparecen aspectos novedosos y originales, puesto que las actuaciones se programan sobre la base de las realizaciones personales y éstas nunca se repiten, ni vertical ni horizontalmente, aunque algunas obras especialmente amadas por los chicos reaparezcan de año en año a pedido de éstos. Es el caso, por ejemplo, de algunas obras de Astor Piazzolla -especialmente el famoso tango Adiós, Nonino&#8221;-, del tema &#8220;Para Elisa&#8221; que fascina a los principiantes o de algunos blues que se han vuelto populares en nuestro pequeño círculo musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, dedicamos entre cuatro y cinco semanas a la preparación de un concierto público como los que realizamos anualmente en la Sala Juan Bautista Alberdi del Centro Cultural General San Martín. Esto no es mucho si consideramos que nuestros alumnos sólo toman una clase semanal de una hora de duración, con la excepción de algunos que toman clases quincenalmente. En cambio, las reuniones que realizamos periódicamente y en forma rotativa en las casas de los niños surgen de manera casi improvisada, y su preparación requiere a lo sumo entre una o dos semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero necesario explicar aquí que nuestro enfoque de la enseñanza del piano aspira a capacitar al alumno, desde las primeras clases, para ejecutar de memoria y con propiedad las sencillas composiciones y trozos que va aprendiendo, pudiendo así compartir su actividad y el placer musical con su familia, sus amigos y compañeros. Es bastante común que ciertas piecitas de efecto entre los principiantes sean transmitidas por éstos a sus hermanos, amigos y hasta a sus padres, inmediatamente luego de haberlas aprendido.</p>
<p style="text-align: justify;">El nivel de protagonismo musical a que apuntamos es particularmente intenso e integral, y no depende de las &#8220;condiciones&#8221; musicales, físicas o intelectuales de los alumnos, y ni siquiera de su nivel de estudio. Todos, sin excepción, están habituados a improvisar y componer sobre el instrumento, así como a ejecutar obras de compositores conocidos o de algunos de sus compañeros. La forma de aprendizaje exige una activa movilización a nivel de la comprensión consciente de las estructuras musicales. De ahí que el tema de la memorización de las obras instrumentales haya dejado de constituir un aspecto traumático para los alumnos. Tampoco se sienten éstos demasiado afectados por el problema de los nervios, ya que tratamos de acostumbrarlos -desde la primera clase si fuera posible- a enfocar la actividad musical como algo propio, que se construye paulatinamente y sin misterios.</p>
<p style="text-align: justify;">El concierto constituye un proyecto y, a la vez, una meta. Por lo tanto, es preciso que nos dediquemos con la mayor intensidad y concentración, primero, al conocimiento de la obra, y luego, al logro de su dominio musical y técnico, siempre dentro de las posibilidades actuales del alumno. No existen metas o productos absolutos, únicos, estables.</p>
<p style="text-align: justify;">En cada momento de su desarrollo musical, el alumno presenta un nivel óptimo de realización que corresponde tanto a sus posibilidades musicales, físicas e intelectuales, como a su interés y grado de aplicación al estudio; nuestro objetivo es lograrlo.</p>
<p style="text-align: justify;">Generalmente ubicamos a los alumnos en grupos homogéneos de edad: niños (hasta doce o trece años) y adolescentes (a partir de los trece o catorce años). A veces, por alguna razón de carácter también didáctico, un niño participa como &#8220;invitado&#8221; en un concierto de adolescentes o viceversa. Ellos tienen libertad para elegir o cambiar el orden de actuación en el concierto, para proponer las piezas que les gustaría ejecutar, para formar conjuntos con amigos que tocan otros instrumentos o para traer sus propias &#8220;bandas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Solemos presentar a los chicos en conjunto, al comienzo de un recital, y luego, de manera personalizada, a medida que van ejecutando. Lo hacemos siempre con un estilo muy informal, como si estuviéramos conversando con una audiencia de verdaderos amigos, aunque haya en ella mucha gente que no conocemos. Contamos alguna anécdota pertinente que contribuye a crear un clima festivo y a dar a los niños la seguridad de que lo que más importa para nosotros en ese momento es la comunicación, y que estamos reunidos para compartir realmente algo común valioso para todos: la música. Nos preparamos para hacer el mejor papel posible y estar en buena forma, musicalmente hablando; exactamente del mismo modo y con la misma &#8220;onda&#8221; con que nos lavamos, peinamos y arreglamos para presentamos frente a otros a quienes respetamos.</p>
<p style="text-align: justify;">La realización de un concierto es un buen motivo para que los chicos: 1) se apresuren a terminar una obra que están estudiando; 2) preparen obras nuevas; 3) perfeccionen técnica e interpretativamente las obras estudiadas; 4) formen conjuntos -dúos o tríos de piano a cuatro o seis manos- con sus compañeros, y con ese motivo se reúnan en diferentes casas, estrechando vínculos personales con los otros chicos y con sus padres; 5) conozcan &#8220;en vivo&#8221; y se sientan especialmente atraídos por algunas de las piezas del repertorio más avanzado que ejecutan los compañeros de mayor experiencia; 6) se autoevalúen desde el ángulo de sus posibilidades musicales, como también desde el interés que manifiestan o el esfuerzo que están, o no, dispuestos a realizar para lograr un desempeño satisfactorio.</p>
<p style="text-align: justify;">También estos pequeños recitales permiten que los padres se movilicen para apoyar afectivamente a sus hijos o para ayudarlos de manera activa a concretar algunos de sus proyectos musicales. Por su parte, el profesor estrecha vínculos tanto con los chicos como con sus padres y puede llegar a sentirse muy motivado con este trabajo &#8220;en equipo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">El concierto le brinda al maestro una oportunidad única para conocer más profundamente a sus alumnos y descubrir en ellos aspectos insospechados. Puede suceder que el chico del cual no esperábamos nada especial, o incluso aquel que nos resultaba problemático, nos dé una gran sorpresa al mostrar su temperamento o su insospechada potencia como respuesta al desafío que le representó tocar en público. Contrariamente, algunos entre los más aplicados y devotos del estudio y de la música pueden evidenciar en el concierto aspectos frágiles que no habían aparecido durante las lecciones semanales.</p>
<p style="text-align: justify;">En realidad, la amplia experiencia que hemos ido acumulando nos proporciona una visión muy abierta y, al mismo tiempo, refuerza nuestras convicciones acerca de la necesidad y la bondad de este tipo de oportunidades, donde el objetivo es sentirse bien haciendo música en conjunto, en el seno de muestra comunidad. Yo aprendo de los chicos tanto o más de lo que ellos pueden llegar a aprender de mí. Desde todo punto de vista, aprendo acerca de las formas tan variadas en que las personas se relacionan con la música, acerca de la maravilla de las potencialidades musicales, acerca de la música que hacen los niños y jóvenes en la actualidad. Y también aprendo a tocar la música que ellos crean, experimentando directamente sobre el teclado, con sus ritmos y sus armonías.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos los chicos son diferentes y lo demuestran al tocar. Sin embargo, todos hacen esfuerzos para avanzar y ofrecer a sus padres, familiares y amigos lo mejor de ellos en el concierto. Nos importa formar instrumentistas que sean esencialmente músicos: que utilicen el instrumento para expresar y para expresarse participativamente y a conciencia. Sin temores injustificados ni ansiedades, aprendiendo unos de los otros.</p>
<p style="text-align: justify;">El concierto didáctico es parte de un proyecto más amplio que incluye la lecto-escritura, el dominio del lenguaje musical, la formación técnica e interpretativa, el conocimiento de un repertorio tan variado y ecléctico como necesitan los niños y jóvenes en la actualidad, en donde la música clásica se da la mano con el folclore y la música popular (el jazz, el rock, el tango, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">Cada concierto es único y diferente porque está hecho por personas únicas. En los conciertos didácticos, los niños presentan obras propias y ajenas, estudiadas con un ritmo, un estilo, una concentración, una técnica y una interpretación adecuados a su edad: con tiempo y lugar para el juego y el descubrimiento.</p>
<p style="text-align: justify;">Le decimos no a la repetición mecánica que conduce al aburrimiento; le decimos no a la obsesión prematura por la perfección de los detalles; en cambio, les decimos sí al juego, al impulso esencial, al goce y a la conciencia musical. El concierto es un instrumento para aprender y ejercer una manera profunda de ser músico.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(*)extraído del libro &#8220;<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=161" target="_blank">Pedagogía Musical. Dos décadas de pensamiento y acción educativa</a></em><em>&#8221; de Violeta de Gainza, tercera parte: De la formación instrumental.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/12/conciertos-de-alumnos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/11/entrevista-a-violeta-en-el-programa-te-para-tres/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/11/entrevista-a-violeta-en-el-programa-te-para-tres/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 10:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[audio]]></category>
		<category><![CDATA[España]]></category>
		<category><![CDATA[Eva Sandoval]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Bandrés]]></category>
		<category><![CDATA[radio]]></category>
		<category><![CDATA[Radio Clásica RTVE]]></category>
		<category><![CDATA[Té para Tres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=858</guid>
		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres, presentado y dirigido por Jon Bandrés y Eva Sandoval, de Radio Clásica RTVE. Tarde inolvidable de jueves con Violeta- 8 de noviembre de 2008 &#8221; Estimados lectores ocasionales del blog Os cuento: hoy el té ha sido diferente; una charla relajada con una mujer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/06112008001.jpg" rel="lightbox" title="Violeta en Té para Tres " ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1718" title="Violeta en Té para Tres" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/06112008001-250x187.jpg" alt="Violeta en Té para Tres" width="250" height="187" /></a>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres, presentado y dirigido por Jon Bandrés y Eva Sandoval, de Radio Clásica RTVE.<br />
</strong><br />
<strong>Tarde inolvidable de jueves con Violeta- 8 de noviembre de 2008<br />
</strong><br />
<em>&#8221; Estimados lectores ocasionales del blog<br />
Os cuento: hoy el té ha sido diferente; una charla relajada con una mujer que sabe mucho de músicas y cómo enseñarlas. VIOLETA HEMSY DE GAINZA. Ha venido de Argentina para organizar unos &#8220;talleres&#8221; en los que transmitirá, a sus casi 80 años, sus conocimientos a los profesores y alumnos de música español. Profesora, psicóloga, Licenciada en Música (piano) y en Quimica, autora de muchísimos libros, musicoterapeuta y maestra de músicos como FITO PAEZ. Eran muchos los temas de los que podíamos hablar y lo hemos hecho sin prisa con mucho placer y escuchando con ella músicas muy variadas conectadas con su país y con los temas que hemos abordado. Os aconsejo escuchar el podcast del programa (TARDE CON VIOLETA) que imaginamos estára disponible en breve.<br />
En resumen, una maestra elegante, con ideas fuera de la norma (&#8220;siempre estamos en minoría&#8221; y &#8220;no me gustan las modas&#8221; dijo con el micrófono cerrado) destructora de mitos (el sistema de orquestas juveniles de Venezuela comentaba no es el único ni el primero de Latinoamerica) y en definitiva, una maestra venerable e inolvidable.&#8221;<br />
</em><br />
(Texto extraído del blog de <a href="http://blogs.rtve.es/teparatres/2008/11/6/tarde-inolvidable-jueves-con-violeta-previsiones-el" target="_blank">Té para Tres</a>)</p>
<p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor devplayer o con los links)</p>
<p><!-- Dewplayer Begin--><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer-multi.swf?mp3=http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte1.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte2.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte3.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte4.mp3&amp;showtime=1&amp;bgcolor=FFFFFF" width="240" height="20"><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="movie" value="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer-multi.swf?mp3=http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte1.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte2.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte3.mp3|http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte4.mp3&amp;showtime=1&amp;bgcolor=FFFFFF" /></object><!-- Dewplayer End--><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte1.mp3">http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte1.mp3</a><br><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte2.mp3">http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte2.mp3</a><br><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte3.mp3">http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte3.mp3</a><br><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte4.mp3">http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte4.mp3</a><br></p>
<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 1.mp3">Primera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 2.mp3">Segunda parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 3.mp3">Tercera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 4.mp3">Cuarta parte</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/11/entrevista-a-violeta-en-el-programa-te-para-tres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte1.mp3" length="13715472" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte2.mp3" length="12484071" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte3.mp3" length="15095742" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="http://www.violetadegainza.com.ar/clasicaparte4.mp3" length="16951392" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Obra didáctica para piano: Violeta Hemsy de Gainza</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/obra-didactica-para-piano-violeta-hemsy-de-gainza/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/obra-didactica-para-piano-violeta-hemsy-de-gainza/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 14:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artículos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[composición]]></category>
		<category><![CDATA[Didáctica del Piano]]></category>
		<category><![CDATA[improvisación]]></category>
		<category><![CDATA[metodología]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogía]]></category>
		<category><![CDATA[piano]]></category>
		<category><![CDATA[técnica natural]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=352</guid>
		<description><![CDATA[<p>Obra didáctica para piano: Violeta Hemsy de Gainza. Las obras “PIANO A CUATRO MANOS (Libros 1 y 2)” y “PIANO JOVEN” presentan materiales de lenguaje musical* orientados al logro de dos objetivos básicos de la Didáctica del Piano en el nivel inicial:</p> <p>Satisfacer las expectativas del alumno de tocar el piano: conocer y ejecutar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-353" title="articulo_piano" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/articulo_piano.jpg" alt="articulo_piano" width="200" height="134" />Obra didáctica para piano: Violeta Hemsy de Gainza.<br />
</strong><br />
Las obras  <strong>“PIANO A CUATRO MANOS (Libros 1 y 2)”</strong> y<strong> “PIANO JOVEN”</strong> presentan materiales de lenguaje musical* orientados al logro de dos objetivos básicos de la Didáctica del Piano en el nivel inicial:</p>
<p>Satisfacer las expectativas del alumno de tocar el piano: conocer y ejecutar piezas que le suenan musicalmente agradables y, jugando con los sonidos en el instrumento, producir sus propias invenciones.<br />
Familiarizar al niño con el instrumento e iniciarlo en el conocimiento de la música, a través  de un abordaje directo que, a partir de la acción corporal y el  afecto, estimule su desarrollo mental.<br />
<strong>- EL ALUMNO EJECUTA TROZOS MUSICALES CONOCIDOS Y, A LA VEZ, IMPROVISA Y COMPONE EN EL PIANO<br />
</strong><br />
El enfoque didáctico parte de la motricidad. Igual que cuando dibuja, modela, baila o aprende una lengua extranjera -o la propia-, en la clase de piano el principiante realiza dos tipos de actividades complementarias,  que contribuyen a fomentar su autonomía y su desarrollo personal:</p>
<ol>
<li><strong>Reproduce modelos preestablecidos</strong>: Ejecuta pequeños temas y piezas del repertorio clásico infantil, y al mismo tiempo juega y toca divertidos juegos musicales tradicionales.</li>
<li><strong>Realiza sus propias producciones musicales</strong>: A partir de un amplio repertorio de propuestas de carácter lúdico y exploratorio, el alumno moviliza sus dedos en el teclado y produce formas y estructuras sonoras, inventadas libremente o inducidas mediante historias, relatos, juegos e interacciones con sus compañeros o con el profesor.</li>
</ol>
<p><span id="more-352"></span></p>
<p>El entorno musical, que hoy rodea a los niños y jóvenes que habitan en las ciudades, está  integrado por materiales y ejemplos típicos de la música de tradición occidental (tonal-modal), melódica y métricamente estructurados y, al mismo tiempo, por manifestaciones sonoras características de los lenguajes “contemporáneos” de la música culta y popular. Cualquier propuesta pedagógica actualizada de formación instrumental debería, por lo tanto, tener en cuenta el “bilingüismo”  reinante.</p>
<p>Esta integración básica de lenguajes se encuentra  reflejada a través de un enfoque pedagógico-musical que incluye, por una  parte,  los juegos y pequeñas piezas de repertorio de extracción tonal que le permiten al niño conocer, ejercitar y concientizar las estructuras rítmicas y tonales básicas. Simultáneamente, el estudiante dispondrá, para sus exploraciones e invenciones sonoras,  del ámbito sonoro más extenso que le ofrecen el piano y los modernos instrumentos de teclado (teclas blancas y negras, diferentes registros, timbres, etc.).</p>
<p><strong>- A TOCAR EL PIANO SE APRENDE TOCANDO</strong></p>
<p>Así como desde la práctica se aprende a jugar al fútbol, a hablar una lengua extranjera, a rasguear la guitarra, a manejar un ordenador, una cámara o un teléfono móvil o a navegar por Internet, es natural inducir que “a tocar el piano se aprende tocando”. Cualquier persona  debería tener la posibilidad de incorporarse al mundo de la música y de los instrumentos, del mismo modo en que hoy se abordan, en la etapa inicial, un número cada vez mayor de aprendizajes.</p>
<p>El “juego” del piano, el aspecto deportivo del toque, es tan importante como la música misma que se ejecuta. En realidad, los dos aspectos se encuentran íntimamente relacionados: el alumno que conoce cierta música, porque ha visto a otros tocar o porque está habituado a escuchar, se sentirá especialmente estimulado para aprender a jugar.</p>
<p>Es tiempo ya de dejar atrás la tediosa etapa en que, para acceder a la música y a la ejecución instrumental, los alumnos debían comenzar conociendo la teoría, los códigos musicales y las bases de la técnica. No cabe duda de que estos importantes desfases en la cadena del conocimiento sólo lograron complicar y desvitalizar la experiencia sonora, produciendo irreparables frustraciones en las filas estudiantiles.</p>
<p><strong>- EXPERIENCIA Y APRENDIZAJE</strong></p>
<p><strong>El “modelo artístico” en la educación musical se apoya en el hacer</strong>. A través del toque instrumental, el alumno aprende música y a la vez adquiere los conocimientos básicos relativos al lenguaje sonoro.</p>
<p><strong>Abordando el teclado en forma directa, sin temores ni prejuicios</strong>, el alumno construye una relación positiva, de confianza, con el instrumento, que le permitirá asimilar con facilidad las distintas experiencias musicales que se presentan.</p>
<p><strong>A través de un enfoque creativo y  consciente</strong>, sin prematuras restricciones de carácter teórico o técnico, el niño se inicia en la ejecución vocal e instrumental, mientras juega, se expresa musicalmente y desarrolla un amplio repertorio de habilidades motrices.</p>
<p><strong>Los dedos tocan, el oído escucha y aprende, la mente relaciona –compara lo que se hace con lo que suena- y extrae valiosas e importantes conclusiones</strong>. El oído, aparentemente pasivo pero sensible y atento,  se limitará a acompañar acción durante las primeras etapas en el proceso de musicalización a través del instrumento.</p>
<p><strong>Paralelamente, en forma sistemática y graduada, el alumno se familiariza con los elementos y estructuras del código de graficación  musical</strong>. A semejanza de lo que le sucede  con el lenguaje hablado, los números o  la informática, aprenderá a relacionar sus ejecuciones en el instrumento con la correspondiente notación musical.</p>
<p><strong>El  conjunto de experiencias musicales básicas que el estudiante desarrolla en esta etapa sobre el teclado, conforma un aprestamiento integral</strong> que le permitirá abordar sin esfuerzo, posteriormente, las tareas más complejas o sutiles que, desde el punto de vista corporal e intelectual, requieren los estudios musicales más avanzados.</p>
<p><strong>- MÚSICA Y ESTRUCTURA</strong></p>
<p>Tradicionalmente, la enseñanza-aprendizaje del piano estuvo centrada en la notación musical de carácter puntual, es decir, en la lectura de notas individuales y no de diseños o conjuntos de notas y figuras rítmicas. Este enfoque provocó una correlativa fragmentación en el conocimiento de la obra y, por ende, en la ejecución instrumental por parte de los estudiantes.</p>
<p>Así como para el actor es esencial comprender el texto que se propone interpretar, el músico necesita obviamente captar la coherencia, el  sentido, del discurso sonoro. El reconocimiento de la existencia de cierto itinerario o plano de desarrollo en la obra musical es una condición básica, tanto para la interpretación musical de la obra como para la formación del criterio estético en el estudiante.</p>
<p>La organización estructural de la obra, tal como lo establece la notación musical, resulta igualmente perceptible a través del toque: cualquier ejecutante mínimamente experimentado tiene conciencia de la forma espacial y motriz que la obra presenta al ser ejecutada en el teclado. Las estructuras visuales, los modos de acción sobre el teclado, a semejanza de los grafismos en la partitura, deberán ser reconocidos como tales antes de ser ejecutados por los dedos de ambas manos en el teclado.</p>
<p>El proceso de enseñanza-aprendizaje apunta a transmitir al estudiante, desde el comienzo mismo del proceso de musicalización, las actitudes y habilidades básicas para un desarrollo rápido y eficaz de esta <strong>capacidad de captación estructural</strong> (comprensión, lectura y valorización integral) de la obra artística-musical. Con el fin de influir en la captación de las estructuras musicales por parte del alumno, el pedagogo recurrirá a una serie de herramientas didácticas de carácter audio-visual –grabaciones, notas escritas, marcas, gráficos, diseños, formas, explicaciones,  metáforas, etc.- que refuerzan la participación activa del estudiante en su propio proceso de musicalización y aprendizaje</p>
<p style="padding-left: 30px;">Porque es importante desarrollar en el alumno la capacidad de una <strong>lectura musical inteligente</strong>, se comienza poniendo el acento en  acciones musicales capaces de motivarlo; para que, desde el ejercicio real y concreto del lenguaje sonoro, se interese en los procesos de codificación y decodificación musical y participe activamente en ellos.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Porque es esencial sentar las bases para el desarrollo de una <strong>técnica saludable y natural</strong>, se estimula al alumno para que comprenda el trabajo que realizan sus dedos, en el contexto de acciones integradas, con un claro sentido artístico, motriz  y sonoro.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Todas las condiciones mencionadas serán decisivas para la adquisición y el desarrollo de una <strong>memoria inteligente y duradera</strong>, basada en la comprensión del todo (de lo global a lo particular) y no en la mera repetición de las partes  (de lo particular a lo global). Para el logro de una actitud serena y segura frente a la ejecución y la interpretación musical, estas tareas deberán ser enfocadas integralmente y de manera ordenada, para evitar las sorpresas y los sobresaltos  a que suelen estar sometidos quienes siguen pensando la ejecución musical como algo asociado a cierta cuota de  imprevisibilidad y misterio, que poco o nada tienen que ver con el ejercicio maduro del arte.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong> Violeta Hemsy de Gainza </strong></p>
<p>Buenos Aires, Setiembre 2006</p>
<p>- <strong>BIBLIOGRAFÍA</strong> – Obras para la enseñanza del piano de Violeta Hemsy de Gainza</p>
<p>Editorial Dinsic – Barcelona</p>
<p>- <strong>Piano a cuatro manos</strong> – 18 pequeñas piezas y juegos musicales para principiantes    (2003)</p>
<p style="padding-left: 30px;">Libro 1: En Do</p>
<p style="padding-left: 30px;">Libro 2: Con teclas blancas y negras</p>
<p>- <strong>Piano joven</strong> – Piezas originales compuestas por niños y adolescentes para enseñar y aprender por lectura o sobre el teclado (2006)</p>
<p><strong>Otras publicaciones</strong></p>
<p>- <strong>A jugar y cantar con el piano</strong> – Iniciación a la enseñanza Instrumental (con Guía Didáctica) (1987). Editorial Guadalupe. Buenos Aires</p>
<p>-<strong>La improvisación musical</strong> (1983). Ricordi Americana. Buenos Aires</p>
<p>- <strong>La iniciación al piano</strong> (incluye cassette) (1993). Pedagogías Musicales Abiertas (edición de la autora). Buenos Aires.</p>
<p>- <strong>Método para piano</strong> – Introducción a la música. Volúmenes I, II y III (1977). Ed. Barry. Buenos Aires</p>
<p>- <strong>Música para niños compuesta por niños</strong> – Repertorio de dificultades progresivas para la enseñanza del piano. Volúmenes I y II  (1983). Editorial Guadalupe. Buenos Aires.</p>
<p>- <strong>Música y Eutonía</strong> – El cuerpo en estado de arte  (En colaboración con Susana Kesselman) (2003). Grupo Editorial Lumen. Buenos Aires.</p>
<p>- <strong>Nuestro amigo el piano</strong> – 50 piezas para niños compuestas por niños (1970). Ricordi. Buenos Aires.</p>
<p>- <strong>Palitos chinos (chop-sticks) </strong>– Para la iniciación al piano  (1986). Ed. Barry. Buenos Aires</p>
<p>- <strong>Piezas fáciles para piano de los siglos XVII y XVIII</strong>.</p>
<p style="padding-left: 30px;">-Primera Parte: Muy fácil / Fácil (1976). Editorial Ricordi. Buenos Aires</p>
<p style="padding-left: 30px;">-Segunda Parte: Mediana dificultad (1977). Editorial Ricordi. Buenos Aires.</p>
<p>* <em>Lenguaje musical: producción expresivo-musical, espontánea o dirigida, de rápida comprensión y positivo efecto sobre el principiante</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/obra-didactica-para-piano-violeta-hemsy-de-gainza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Es una experiencia multidimensional”</title>
		<link>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/%e2%80%9ces-una-experiencia-multidimensional%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/%e2%80%9ces-una-experiencia-multidimensional%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 22:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Publicaciones]]></category>
		<category><![CDATA[diario la gaceta]]></category>
		<category><![CDATA[el efecto mozart]]></category>
		<category><![CDATA[El poder de la música]]></category>
		<category><![CDATA[lenguaje universal]]></category>
		<category><![CDATA[sentido común]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/?p=431</guid>
		<description><![CDATA[<p>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 22/06/2008</p> <p>El poder de la música se extiende a toda la persona, según Violeta Hemsy, musicóloga. “La música tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional”, afirma la pedagoga musical tucumana Violeta Hemsy de Gainza (foto). Reconocida internacionalmente por sus estudios, conferencias y publicaciones en [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-432" title="viole_gaceta08" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/viole_gaceta08.JPG" alt="viole_gaceta08" width="210" height="184" />Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 22/06/2008</p>
<p><strong>El poder de la música se extiende a toda la persona, según Violeta Hemsy, musicóloga.<br />
</strong><br />
“La música tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional”, afirma la pedagoga musical tucumana Violeta Hemsy de Gainza (foto). Reconocida internacionalmente por sus estudios, conferencias y publicaciones en educación musical, la especialista habló con LA GACETA sobre la importancia de la música en la enseñanza básica y profesional por los efectos físicos y psíquicos positivos que tiene ese arte en la vida de las personas.</p>
<p><strong>- ¿Es real que la música es capaz de modificar conductas y producir cambios físicos?<br />
</strong>- Sí, lo es. Y está muy estudiado principalmente desde la musicoterapia a través de cambios registrables de investigaciones realizadas en todas las edades.</p>
<p><span id="more-431"></span></p>
<p><strong>- ¿Qué alcance tiene el poder de la música?<br />
</strong>- Es una actividad que tiene tanto poder, que se extiende a toda la persona. Puede influir en una depresión, en un discapacitado, en un enfermo&#8230; El poder viene de aquello de lo que fue investida la música y es una pregunta que, desde hace siglos, filósofos y pensadores trataron de responder. Lo innegable es la importancia que tiene porque toca tanto a las personas: el intelecto, las emociones&#8230;porque es portadora de energía, como dice la psicoanalista norteamericana Susan Lander, puede herir, mover o sensibilizar. A tal punto, que así como puede influir positivamente en todo (como sostiene el neurólogo que realizó las investigaciones sobre el “efecto Mozart”) también puede ser un instrumento de tortura.</p>
<p><strong>- ¿Cuál sería un efecto negativo?<br />
</strong>- El sonido puede ser también mortificante. Por ejemplo, a los niños les molestan los ruidos al principio pero con el tiempo y el hábito se acostumbran. Hay personas que, por ejemplo, han llegado a matar a otro por el ruido que provoca, porque la música del otro les perturbaba.</p>
<p><strong>- Entonces, ¿cómo definiría a la música?<br />
</strong>- Es algo misterioso, es un arte diferente al resto, es indescriptible porque ayuda al que está solo a sentirse acompañado o al que se siente frágil a no sentirlo. Es una herramienta para la cura y la intervención social. Tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional.Es tan valiosa que no hay debate que valga respecto a la enseñanza de música.</p>
<p><strong>- ¿Cuál sería la discusión entonces?<br />
</strong>- Hoy en día es insoslayable como contenido académico. Es hora de hacerlo. La música es un lenguaje universal, histórico, que hay que conocerlo y que se puede usar para ir al encuentro de las necesidades: exclusión, droga, desigualdad social. Es un derecho humano. La pedagogía moderna está ausente en las aulas del mundo latino. No, en cambio, en el anglosajón que está muy desarrollada o en los países nórdicos, como Finlandia o Noruega.</p>
<p><strong>- ¿Dónde está la falla?<br />
</strong>- Aquí no hay conciencia, ni técnica. Entre nuestras universidades, hay muchas que pese a su prestigio, no son buenas. Si bien, tenemos picos de excelencia también tenemos picos de pobreza cultural, no hay homogeneidad.</p>
<p><strong>- ¿Qué habría que hacer para revertir esta situación?<br />
</strong>- Volver a la base, al sentido común, a pensar, a tener autonomía. Nuestro sistema es muy rígido, la enseñanza de música es abstracta y mecánica, como si sólo hubiese que “introducir información en una persona” cuando debiera estar dirigida hacia el vínculo interior de la música con la persona. Hay que leer autores extranjeros pero también a los nuestros. Además, teoría y práctica deben ir juntos. Hay que probar, practicar y reflexionar sobre lo que se hizo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.violetadegainza.com.ar/2008/06/%e2%80%9ces-una-experiencia-multidimensional%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
