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	<title>Violeta Hemsy de Gainza&#187; Entrevistas</title>
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		<title>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:27:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza en la Revista Eufonía, Didáctica de la Música, Nº 48 (Enero-Marzo 2010).</p> <p>Por Pep Alsina En la entrevista, Violeta Hemsy de Gainza nos habla de sus comienzos en la música y en la educación musical, sus recuerdos y su recorrido, así como de las líneas de trabajo y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2617" title="eufonia" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/eufonia-177x250.jpg" alt="" width="177" height="250" />Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza en la Revista Eufonía, Didáctica de la Música, Nº 48 (Enero-Marzo 2010).</strong></p>
<p><em><strong>Por Pep Alsina</strong></em><br />
En la entrevista, Violeta Hemsy de Gainza nos habla de sus comienzos en la música y en la educación musical, sus recuerdos y su recorrido, así como de las líneas de trabajo y de las personas en las que se reconoce, y ahonda también en la percepción que tiene de la actualidad de la educación musical.</p>
<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/Violeta.pdf" target="_blank" >Ver entrevista en PDF</a></p>
<p><a href="http://eufonia.grao.com/revistas/verficheronuevo.asp?id=7&amp;idn=58&amp;ida=15" target="_blank">Ver en la Web</a></p>
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		<title>Entrevista a Violeta de Gainza</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:08:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Entrevista realizada durante el Seminario Iberoamericano de Educaçao Musical en Inclusão Social. São Paulo, Brasil. 10 de noviembre de 2009.</p> <p>Na manhã desta terça-feira, o Seminário Ibero-Americano de Educação Musical e Inclusão Social teve início com a participação de Violeta Gainza, que discursou sobre o tema “Panorama da Educação Musical na América Latina”. Consciente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="lightbox" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/violeta_gainza.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2593" title="Violeta" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/violeta_gainza-250x150.jpg" alt="Violeta" width="250" height="150" /></a>Entrevista realizada durante el Seminario Iberoamericano de Educaçao Musical en Inclusão Social.<br />
</strong> São Paulo, Brasil. 10 de noviembre de 2009.</p>
<p>Na manhã desta terça-feira, o Seminário Ibero-Americano de Educação Musical e Inclusão Social teve início com a participação de Violeta Gainza, que discursou sobre o tema “Panorama da Educação Musical na América Latina”. Consciente da amplitude da abordagem, Gainza levantou alguns pontos em comum aos países latino-americanos. Se por um lado, o bloco vive uma crise nos sistemas educativos, que veio acompanhada de outras crises sociais e econômicas nos anos 90, por outro, a professora de música ressaltou o grande nível de expressão e vida presente na população da América Latina, capaz de promover mudanças efetivas no cenário da educação musical.</p>
<p><strong>Como a música e o ensino musical podem contribuir para que a sociedade latino-americana saia da atual crise em que se encontra?</strong></p>
<p>A música é um direito do ser humano. Ela nos dá energia e alimento e permite a comunicação entre as pessoas, atuando como elo da sociedade. E este poder que a música exerce sobre as pessoas, como indivíduo, como grupo e como agente de comunicação, possibilita uma real inclusão social. A música, que antes de ser arte é linguagem, facilita este laço de união entre as pessoas. Todos precisam de música, da sua música.</p>
<p><strong>Que mudanças são necessárias no atual cenário da educação musical na América Latina?</strong></p>
<p>É necessário que se volte a pensar na educação musical, já que nos últimos tempos ela foi pensada de maneira equivocada. Precisamos superar uma visão colonialista da educação e assumir maior autonomia sobre nossos métodos, formando comunidades de educadores críticos que reflitam sobre a música e a educação. As instituições ligadas à educação deixam muito a desejar: a prática e a teoria não caminham juntas, não estão integradas. Enfatizam-se dogmas, conceitos, mas não se desenvolve o sentido crítico do ser humano; não é uma época de liberdade de pensamento. Temos que reconquistar a liberdade no campo da educação.</p>
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		<title>Educaçao Musical na visão de uma Especialista</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 21:29:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Revista No Tom. Revista da CAEM, Central de Apoio às Escolas de Música. São Paulo, junio 2009.</p> <p>por Valéria Forte e Vanessa Coelho</p> <p>Violeta Hemsy de Gainza é uma unanimidade no meio eduacional. Há cuase 50 anos a musicista argentina constribui para o aprimoramento do ensino de Música em toda América Latina, priorizando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Portada de la Revista No Tom " rel="lightbox" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/notom.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1864" title="Revista No Tom" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/notom-187x250.jpg" alt="Revista No Tom" width="168" height="225" /></a><strong>Revista No Tom. Revista da <a href="http://www.escolasdemusica.com.br/cinfo.asp" target="_blank">CAEM</a></strong><strong>, Central de Apoio às Escolas de Música. São Paulo, junio 2009.</strong></p>
<p><em>por Valéria Forte e Vanessa Coelho</em></p>
<p>Violeta Hemsy de Gainza é uma unanimidade no meio eduacional. Há cuase 50 anos a musicista argentina constribui para o aprimoramento do ensino de Música em toda América Latina, priorizando o estímulo criatividade e atençao especial às particularidades de cada estudante. Seus estudos de Pedagogia  contribuíram para a transformaçao das relaçoes dentro das salas de aula atrevés da ênfase na integraçao entre professor e aprendiz, ocupando o espaço do modelo tradicional no qual o docente se limitava a passar o conteúdo sistematicamente e o estudo prático era limitado à repetiçao exaustiva de obras clássicas. Sua obra incluiais de 40 títulos dedicados ao estudo de  Música em geral, prática de instrumentos como piano e violão, e improvisação e já foi traduzida para idiomas como inglês, alemaõ e francês. É membro honorário do ISME (International Society for Music Education) e edita o anuário dessa instituição. Já foi presidente e atualmente é membro consultor da Associação Argentina de Musicoterapia e também é presidente honorária do FLADEM (Fórum Latino Americano de Educação Musical).</p>
<p>A <a href="http://www.escolasdemusica.com.br/nt_flash/" target="_blank">Revista No Tom</a> conversou com Violeta, que tem ministrado cursos, seminários e conferências em seu país e ao redor do mundo e em agosto será uma das palestrantes do 5 to Encontro Nacional de Escolas de Música, a ser realizado em São Paulo.</p>
<p>Confiram o resultado!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-425" title="pdf" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/pdf2.gif" alt="pdf" width="20" height="19" /><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/NoTom.pdf" target="_blank">Descargar Entrevista en PDF</a></p>
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		<title>Entrevista a Violeta de Gainza por Noam Ben-Zeev, Tel Aviv</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 22:32:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza del periodista Noam Ben-Zeev, a cargo de la sección musical- cultural del diario Haaretz de Tel Aviv.</p> <p>El domingo 12 de abril Violeta fue invitada por el Conservatorio de Tel Aviv, a dictar una Conferencia-Taller, dirigida a los profesores de piano y otros instrumentos, sobre la Formación instrumental en [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista a Violeta Hemsy de Gainza del periodista Noam Ben-Zeev, a cargo de la sección musical- cultural del diario Haaretz de Tel Aviv.</strong></p>
<p>El domingo 12 de abril Violeta fue invitada por el Conservatorio de Tel Aviv, a dictar una Conferencia-Taller, dirigida a los profesores de piano y otros instrumentos, sobre la <strong>Formación instrumental en la Pedagogía Musical actual</strong>. En esa ocasión, participaron tres niños israelíes ya iniciados en el piano, dos gemelas de 7 años, Mia y Gaia y su hermano Roi de 9.<br />
Finalizada la conferencia, Violeta fue entrevistada por el destacado periodista <strong>Noam Ben-Zeev, del diario Haaretz</strong>, quien estuvo presente durante el desarrollo de la conferencia.</p>
<p><span id="more-434"></span></p>
<p><strong>Diario Haaretz, Tel Aviv. 12/04/2009</strong></p>
<p><em>Por Noam Ben-Zeev.<br />
</em><br />
Last week Argentinean-born Prof. Violeta Hemsy de Gainza, a leading international figure in music education during the second part of the 20th century, visited Israel. De Gainza is a pioneer in her field in the Spanish- and Portuguese-speaking parts of the world, and is well known elsewhere in Europe as well. Her books &#8211; there are more than 40 &#8211; and her research studies, which have been published in journals covering all aspects of music education, have been translated into many languages and serve as an important source of information for people who work with ensembles, or who teach musicians, musical improvisation and theory, from early childhood through university.</p>
<p>De Gainza was one of the guiding forces in the International Society for Music Education, and has taught in countries on five continents. She has a modern way of thinking about musical education in a multicultural context, and, in one of the small rooms at the Stricker Conservatory in Tel Aviv, she demonstrated some of the principles of her method to an audience that included leading figures in the field of music education in Israel.</p>
<p><!--more--></p>
<p>&#8220;A person learns to talk, to draw and to walk, not by means of lectures on theory and demonstrations with the help of a blackboard and chalk, and not through intellectual understanding,&#8221; said de Gainza in a conversation after her workshop. &#8220;It&#8217;s simply necessary to do it. To learn to talk and draw, there is no need for a teacher &#8211; just for interaction with the environment. And learning music is identical to this: Music is no different from language. We are programmed to learn it just like language because there are certain areas of the brain that are intended for this: Everyone has them, regardless of culture or formal education. The trouble is that music has been idealized and people have related to it as something sublime, sacred. This is correct, those aspects do exist, but at the highest and most advanced levels. We are tainted by these perceptions and we have to dispense with them.&#8221;</p>
<p>De Gainza sees the piano keyboard as an infrastructure for play &#8211; as a territory intended for a person&#8217;s communication with himself, or even between a mother and child.</p>
<p>&#8220;Nowadays when people approach the piano, they immediately think about how you are supposed to sit, how to hold your body, at what angle your hand should be, how to hold your fingers, place them on the keys and curve them &#8211; and immediately you are supposed to learn to read notes and know what the scales and intervals are. But there is no difference between the piano and any other kind of play: soccer, for example. How absurd it is to think about proper training, and instead of just giving the child a ball, starting with explanations of how to swing your foot and how to run and kick, and drawing up theories on the blackboard. Maradona became the genius he was because he played with the ball as a child; he bounced it, chased it, butted it and drew it to him like a magnet, no matter how far away from him it was. Music is first of all play, and generations upon generations have not let children play with music. They were not given the freedom of access to it. You have to invite the fingers to play, just as you invite someone to dance.&#8221;</p>
<p><strong>Is thought not needed in learning music?<br />
</strong><br />
<strong>De Gainza</strong>: &#8220;Of course it is needed, always, and the more you progress, the more you need it &#8211; but it must not interfere.&#8221;</p>
<p>She also said that &#8220;music is a basic human right, and every child is entitled to learn it at school. Moreover, it is useful: Composer and music educator Zoltan Kodaly proved this at his musical schools in Hungary, where they researched the effect of music on other areas, [and] students had much higher achievements in mathematics and the study of languages. Only now, everywhere around the world, it is hard to institute reforms in the field. Neo-liberalism isn&#8217;t concerned with educating people but rather with money. It is a pity that they don&#8217;t know the extent to which education is such an easy thing: Building a skyscraper or directing a feature film &#8211; these are much harder than educating someone.&#8221;</p>
<p>De Gainza demonstrates on the piano some exercises she has learned from improvisations done by her students: There is a hand game in which one plays with the fingers between an outstretched thumb and pinky, imitations of sounds and music inspired by all kinds of styles. &#8220;This is improvisation, play, experimentation &#8211; and pure creativity,&#8221; she declares.</p>
<p>Indeed, &#8220;creativity&#8221; is a key word in her method. It is not enough, she explains, to develop it among teachers, as during the first half of the last century, but rather it should also be encouraged among children: &#8220;The 19th century developed the theory in musical education, the 20th century, the practical aspects of it, and now in the 21st century we need a new revolution that will combine the two and lead to critical thinking and imagination in instruction. We don&#8217;t need extensive research to this end. It isn&#8217;t research that is lacking &#8211; it&#8217;s wisdom.&#8221;</p>
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		<title>Puede cambiar la vida para mejor o para peor</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 11:57:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 29/03/2009</p> <p style="padding-left: 240px;"> El Poder de la Música.</p> <p>Domingo 29 de Marzo de 2009 19:03 &#124; “En cada ser humano produce un efecto particular”, advierte la experta Violeta Hemsy de Gainza. No hay fórmulas.</p> <p>“La música tiene un efecto de seducción, de fascinación; cuando es genuina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="¨lightbox¨" href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logohead_original.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1483" title="logohead_original" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logohead_original-250x32.jpg" alt="logohead_original" width="250" height="32" /></a>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 29/03/2009</strong></p>
<p style="padding-left: 240px;"><strong> El Poder de la Música.</strong></p>
<p><strong>Domingo 29 de Marzo de 2009 19:03</strong> | “En cada ser humano produce un efecto particular”, advierte la experta <strong>Violeta Hemsy de Gainza</strong>. No hay fórmulas.</p>
<p>“La música tiene un efecto de seducción, de fascinación; cuando es genuina, toca, hiere, afecta y sensibiliza”, explicó a LA GACETA Violeta Hemsy de Gainza, una tucumana radicada desde hace muchos años en Buenos Aires cuyos vastos conocimientos musicales (es licenciada en Música, profesora de Química, especialista en Educación Musical, psicóloga social y pedagoga musical) le valieron proyección internacional.<br />
Según la especialista, es de común conocimiento que “la música impacta poderosamente en las personas, las afecta a nivel psicofísico de una manera muy evidente; produce cambios en la circulación y en el ritmo cardíaco. Por algo cobró tanto auge la carrera de musicoterapia en la que durante cinco años se estudia la aplicación de la música en el campo de la salud”. La especialista trazó algunas analogías: “la música es algo que puede cambiar la vida, para mejor o para peor; en este sentido, es como el amor, que te puede mejorar la experiencia en el mundo o te la puede arruinar también”, expresó.</p>
<p><strong>Los efectos</strong><br />
A pesar de que son indiscutibles los efectos que los sonidos organizados producen en las personas, la profesora advierte cierta confusión. “No hay una relación directa entre el tipo de música y el efecto que produce en las personas. Podemos hablar en términos generales y decir que una melodía suave puede tener un efecto tranquilizador; o que poner Vivaldi durante la mañana, a un volumen no demasiado alto ni muy bajo, transmite optimismo y energía. Pero no existen fórmulas: en cada ser humano produce un efecto particular”. “No por escuchar una melodía suave y tranquila, una persona extremadamente excitada se tranquilizará, y viceversa: si está deprimido tampoco es preciso que escuche una música súper alegre, porque sería contraproducente”, afirmó. La profesional dijo que las políticas educativas actuales no otorgan a la música el espacio que debería tener, con sus consecuentes riesgos. “Hoy en día la música acompaña la idea tan actual de que ‘está todo bien’, y se la usa como una cortina para divertir y transmitir alegría”.</p>
<p><a href="http://www.lagaceta.com.ar/nota/319854/Espectaculos/Puede_cambiar_vida_para_mejor_o_para_peor.html" target="_blank">La Gaceta</a></p>
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		<title>Entrevista a Violeta en el programa Tema e Variações</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 10:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Radio Cultura FM-103,3 MHz, São Paulo, Brasil. </p> <p>Apresentançaõ: Júlio Medaglia- 28 de febrero de 2009 </p> <p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor dewplayer o usando los links.)</p> <p>http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3 http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3</p> <p>Primera parte Segunda parte Tercera parte Cuarta parte</p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Radio Cultura FM-103,3 MHz, São Paulo, Brasil.<br />
</strong></p>
<p><strong>Apresentançaõ: Júlio Medaglia- 28 de febrero de 2009 </strong></p>
<p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor dewplayer o usando los links.)</p>
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<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura1.mp3">Primera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura2.mp3">Segunda parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura3.mp3">Tercera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/radiocultura4.mp3">Cuarta parte</a></p>
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		<title>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 10:31:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres, presentado y dirigido por Jon Bandrés y Eva Sandoval, de Radio Clásica RTVE. Tarde inolvidable de jueves con Violeta- 8 de noviembre de 2008 &#8221; Estimados lectores ocasionales del blog Os cuento: hoy el té ha sido diferente; una charla relajada con una mujer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/06112008001.jpg" rel="lightbox" title="Violeta en Té para Tres " ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1718" title="Violeta en Té para Tres" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/06112008001-250x187.jpg" alt="Violeta en Té para Tres" width="250" height="187" /></a>Entrevista a Violeta en el programa Té para Tres, presentado y dirigido por Jon Bandrés y Eva Sandoval, de Radio Clásica RTVE.<br />
</strong><br />
<strong>Tarde inolvidable de jueves con Violeta- 8 de noviembre de 2008<br />
</strong><br />
<em>&#8221; Estimados lectores ocasionales del blog<br />
Os cuento: hoy el té ha sido diferente; una charla relajada con una mujer que sabe mucho de músicas y cómo enseñarlas. VIOLETA HEMSY DE GAINZA. Ha venido de Argentina para organizar unos &#8220;talleres&#8221; en los que transmitirá, a sus casi 80 años, sus conocimientos a los profesores y alumnos de música español. Profesora, psicóloga, Licenciada en Música (piano) y en Quimica, autora de muchísimos libros, musicoterapeuta y maestra de músicos como FITO PAEZ. Eran muchos los temas de los que podíamos hablar y lo hemos hecho sin prisa con mucho placer y escuchando con ella músicas muy variadas conectadas con su país y con los temas que hemos abordado. Os aconsejo escuchar el podcast del programa (TARDE CON VIOLETA) que imaginamos estára disponible en breve.<br />
En resumen, una maestra elegante, con ideas fuera de la norma (&#8220;siempre estamos en minoría&#8221; y &#8220;no me gustan las modas&#8221; dijo con el micrófono cerrado) destructora de mitos (el sistema de orquestas juveniles de Venezuela comentaba no es el único ni el primero de Latinoamerica) y en definitiva, una maestra venerable e inolvidable.&#8221;<br />
</em><br />
(Texto extraído del blog de <a href="http://blogs.rtve.es/teparatres/2008/11/6/tarde-inolvidable-jueves-con-violeta-previsiones-el" target="_blank">Té para Tres</a>)</p>
<p>(Audio en 4 partes, para escuchar con el reproductor devplayer o con los links)</p>
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<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 1.mp3">Primera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 2.mp3">Segunda parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 3.mp3">Tercera parte</a><br />
<a href="http://www.violetadegainza.com.ar/Clasica Parte 4.mp3">Cuarta parte</a></p>
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		<title>“Es una experiencia multidimensional”</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 22:29:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 22/06/2008</p> <p>El poder de la música se extiende a toda la persona, según Violeta Hemsy, musicóloga. “La música tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional”, afirma la pedagoga musical tucumana Violeta Hemsy de Gainza (foto). Reconocida internacionalmente por sus estudios, conferencias y publicaciones en [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-432" title="viole_gaceta08" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/viole_gaceta08.JPG" alt="viole_gaceta08" width="210" height="184" />Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán. 22/06/2008</p>
<p><strong>El poder de la música se extiende a toda la persona, según Violeta Hemsy, musicóloga.<br />
</strong><br />
“La música tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional”, afirma la pedagoga musical tucumana Violeta Hemsy de Gainza (foto). Reconocida internacionalmente por sus estudios, conferencias y publicaciones en educación musical, la especialista habló con LA GACETA sobre la importancia de la música en la enseñanza básica y profesional por los efectos físicos y psíquicos positivos que tiene ese arte en la vida de las personas.</p>
<p><strong>- ¿Es real que la música es capaz de modificar conductas y producir cambios físicos?<br />
</strong>- Sí, lo es. Y está muy estudiado principalmente desde la musicoterapia a través de cambios registrables de investigaciones realizadas en todas las edades.</p>
<p><span id="more-431"></span></p>
<p><strong>- ¿Qué alcance tiene el poder de la música?<br />
</strong>- Es una actividad que tiene tanto poder, que se extiende a toda la persona. Puede influir en una depresión, en un discapacitado, en un enfermo&#8230; El poder viene de aquello de lo que fue investida la música y es una pregunta que, desde hace siglos, filósofos y pensadores trataron de responder. Lo innegable es la importancia que tiene porque toca tanto a las personas: el intelecto, las emociones&#8230;porque es portadora de energía, como dice la psicoanalista norteamericana Susan Lander, puede herir, mover o sensibilizar. A tal punto, que así como puede influir positivamente en todo (como sostiene el neurólogo que realizó las investigaciones sobre el “efecto Mozart”) también puede ser un instrumento de tortura.</p>
<p><strong>- ¿Cuál sería un efecto negativo?<br />
</strong>- El sonido puede ser también mortificante. Por ejemplo, a los niños les molestan los ruidos al principio pero con el tiempo y el hábito se acostumbran. Hay personas que, por ejemplo, han llegado a matar a otro por el ruido que provoca, porque la música del otro les perturbaba.</p>
<p><strong>- Entonces, ¿cómo definiría a la música?<br />
</strong>- Es algo misterioso, es un arte diferente al resto, es indescriptible porque ayuda al que está solo a sentirse acompañado o al que se siente frágil a no sentirlo. Es una herramienta para la cura y la intervención social. Tiene vínculo, tiene emoción. Yo le llamo una experiencia multidimensional.Es tan valiosa que no hay debate que valga respecto a la enseñanza de música.</p>
<p><strong>- ¿Cuál sería la discusión entonces?<br />
</strong>- Hoy en día es insoslayable como contenido académico. Es hora de hacerlo. La música es un lenguaje universal, histórico, que hay que conocerlo y que se puede usar para ir al encuentro de las necesidades: exclusión, droga, desigualdad social. Es un derecho humano. La pedagogía moderna está ausente en las aulas del mundo latino. No, en cambio, en el anglosajón que está muy desarrollada o en los países nórdicos, como Finlandia o Noruega.</p>
<p><strong>- ¿Dónde está la falla?<br />
</strong>- Aquí no hay conciencia, ni técnica. Entre nuestras universidades, hay muchas que pese a su prestigio, no son buenas. Si bien, tenemos picos de excelencia también tenemos picos de pobreza cultural, no hay homogeneidad.</p>
<p><strong>- ¿Qué habría que hacer para revertir esta situación?<br />
</strong>- Volver a la base, al sentido común, a pensar, a tener autonomía. Nuestro sistema es muy rígido, la enseñanza de música es abstracta y mecánica, como si sólo hubiese que “introducir información en una persona” cuando debiera estar dirigida hacia el vínculo interior de la música con la persona. Hay que leer autores extranjeros pero también a los nuestros. Además, teoría y práctica deben ir juntos. Hay que probar, practicar y reflexionar sobre lo que se hizo.</p>
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		<item>
		<title>“Uno no deja de vivir porque le falte la música, pero sin ella la calidad de vida no es igual”</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 22:21:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán, Tucumán, Argentina. 03/02/2008</p> <p>Violeta Hemsy de Gainza fue maestra de artistas y es una pedagoga musical reconocida en universidades de todo el mundo. </p> <p>La música es su casa; la enseñanza, su pasión. Violeta Hemsy de Gainza ha dedicado innumerables horas de su vida a la enseñanza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-428" title="gaceta_dibujo2" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/gaceta_dibujo2.jpg" alt="gaceta_dibujo2" width="200" height="159" />Diario La Gaceta. San Miguel de Tucumán, Tucumán, Argentina. 03/02/2008</p>
<p><strong>Violeta Hemsy de Gainza fue maestra de artistas y es una pedagoga musical reconocida en universidades de todo el mundo.<br />
</strong></p>
<p><em>La música es su casa; la enseñanza, su pasión. Violeta Hemsy de Gainza ha dedicado innumerables horas de su vida a la enseñanza de la música, y es extremadamente crítica cuando habla de los planes educativos (o de la falta de ellos) para impartir las disciplinas artísticas en las escuelas y en las universidades.<br />
“Nadie se muere de musiquitis. Uno no deja de vivir porque le falta la música, pero sin ella la calidad de vida no es la misma”, afirma esta tucumana que, recibida de profesora de Química y de licenciada en Música (con especialización en piano) en la Universidad Nacional de Tucumán, se especializó en educación musical en el Teacher’s College de la Universidad de Columbia (Estados Unidos). Es, además, psicóloga social y realizó estudios de Eutonía con Gerda Alexander en Francia (1976) y en Kopenhagen, Dinamarca (1982 y 1983).<br />
Violeta Hemsy ha volcado su enorme experiencia en la enseñanza (ha sido maestra de grandes artistas) y en su vasta obra escrita, con más de 40 títulos que abarcan pedagogía general de la música, didáctica del piano, de la guitarra, de conjuntos vocales infantiles y juveniles, improvisación musical, musicoterapia, entre otras cosas. Fue presidenta del Foro Latinoamericano de Educación Musical (Fladem) desde su fundación, en 1995, hasta 2005, y actualmente es presidenta honoraria de esa institución.</em></p>
<p><em><span id="more-427"></span> </em><br />
<strong>- ¿Por qué es necesario incorporar la enseñanza de la música en el sistema educativo?<br />
</strong><br />
- La música es un invento fenomenal del hombre, tanto como el lenguaje o como las matemáticas; es además un alimento irremplazable para toda persona, sea del ámbito que fuere. Por eso es una obligación de la escuela enseñar a los chicos este lenguaje, que puede llegar a expresar más que las palabras.</p>
<p><strong>- ¿Tiene una función social?<br />
</strong><br />
- La música es un “objeto bueno, bello y verdadero”. Por ser bueno está relacionado con la ética, por ser bello, con la estética Su carácter de verdadero lo conecta con la filosofía, porque no sólo mueve el cuerpo, sino el espíritu. Tiene distintas dimensiones, no sólo la estética; antes que arte, la música es energía, por eso puede servir como terapia. Además, la música siempre puede ser una herramienta al servicio de la defensa de los derechos y de la inclusión social.</p>
<p><strong>- ¿Cualquiera puede aprender a entender o a ejecutar música?<br />
</strong><br />
- No hay nadie indiferente a la música y cualquiera puede aprender. Nuestro cerebro, nuestra psicología y nuestra fisiología están preparados para hablar, para caminar&#8230; y para hacer música. De hecho, hay zonas del cerebro que pueden ser desarrolladas a partir del aprendizaje de este lenguaje. Los que enseñamos música operamos con los sonidos como los matemáticos con los números.</p>
<p><strong>- ¿Hay una crisis de la enseñanza musical en las escuelas?<br />
</strong><br />
- Es una crisis mundial. En todos lados se habla de sacar Música de los planes de estudios de las escuelas, producto de años de darle prioridad a las ciencias y a la tecnología. El movimiento pedagógico del siglo XX fue revolucionario, influyó en los niveles iniciales, pero no en los secundarios, que son un desastre. Hoy, a ninguna maestra de jardín de infantes se le ocurre enseñar música por notas. Lo hace como puede, pero enseña, y algunas veces surgen experiencias fantásticas. En la secundaria, en cambio, esto fue decreciendo.</p>
<p><strong>- ¿Debería estar desarrollada desde los primeros niveles de enseñanza?<br />
</strong><br />
- La educación musical es fundamental en la primera infancia, en las etapas fundacionales de la vida. Pero también son importantes las etapas superiores, porque allí se forma la gente que luego va a trabajar en todos los niveles, formando a su vez a otros artistas.</p>
<p><strong>- ¿Falta un reconocimiento al papel del arte en la vida cotidiana?<br />
</strong><br />
- Con el arte hay una situación siempre ambivalente. Todos admiten que es fundamental, nadie lo niega. Pero no se lo tiene en cuenta cuando se diseñan políticas. Es una problemática que en el mundo latino no se resuelve. Ocurre en Latinoamérica, en Francia, en Italia y en España. La diferencia entre nuestros países latinoamericanos y los conservatorios y universidades de Europa es que ellos tienen edificios impresionantes, auditorios como para montar óperas, pero la enseñanza igualmente es un desastre. Entonces, se ve que no es sólo una cuestión de recursos económicos ni es culpa de los maestros, sino que hay que mejorar el sistema.</p>
<p><strong>- ¿Cómo explica esta falta de apuesta a la enseñanza de ese lenguaje universal?<br />
</strong><br />
- El arte no es una prioridad para el modelo político. Está descuidado en las universidades, en las escuelas y en los conservatorios. Es en los bordes del sistema, afuera de las instituciones oficiales, donde se practican las artes con más seriedad. Desde los años 90 venimos, desde distintos ámbitos, alertando acerca de ese problema, y no somos escuchados por nadie.</p>
<p><strong>- Cuando habla del modelo político&#8230; ¿a qué se refiere?<br />
</strong><br />
- A que, desde los años 90, sólo se le da importancia a lo que es rentable. Colonizados por el neoliberalismo, cedimos. Pero eso que consumimos no trajo recompensas, sino problemas. En materia educativa esa lógica se convirtió en un modelo único, centrado en inventar palabras, en ponerle otro nombre a lo que siempre se supo lo que era. Se dice “contenidos procedimentales” o “contenidos actitudinales” en vez de hablar de lo que se hace y de cómo se lo hace. Con estos neologismos ya no nos embaucan más. Mientras una elite habla ese nuevo idioma, los maestros están sometidos a que les bajen línea, son consultados cuando todo está hecho.</p>
<p><strong>- ¿Qué hace falta para cambiar esa lógica?<br />
</strong><br />
- Es necesario poner en marcha proyectos educativos serios, encabezados por gente que conozca en profundidad el tema. Si en esta época se ve todo en términos de empresa, entonces que se elabore un proyecto que tenga éxito, tal como se hace con un emprendimiento fílmico, arquitectónico o bancario. Hay gente que le enseña música hasta a las piedras, y no son magos, sino gente que conoce mucho sobre el tema. Pero no son ellos los que están en posiciones de poder. Los grandes maestros no son consultados cuando se hacen planes de enseñanza.</p>
<p><strong>- ¿Cuál es la realidad en el ámbito donde se produce arte?<br />
</strong><br />
- Incluso dentro del ambiente de los que hacen música la realidad es despareja. Hay, como decía, gente que enseña con el alma, y otra que se conforma con algunos logros desde su escuelita y no ve más allá de eso. En materia de enseñanza musical se le presta atención a la música espectáculo, porque es redituable y es una moda. Toda la polenta, toda la energía, toda la plata, toda la difusión están puestas en el espectáculo.</p>
<p><strong>- ¿Es posible una “revolución pedagógica” en materia de enseñanza musical?<br />
</strong><br />
- La única revolución pedagógica posible es que hagamos bien las cosas. No hay misterio en ello: el saber está al alcance de cualquiera, lo que falta es hacer; que se elabore un proyecto y que se elija a la gente idónea para que integre un equipo. No alcanza con convocar a una personalidad con un gran currículum, que aunque tenga buenas intenciones es chupada por el sistema. Hay que implementar la enseñanza de manera que coincida con las necesidades de los estudiantes, sean primarios, secundarios o universitarios.</p>
<p><strong>- Usted hizo una recopilación de música popular tucumana en un cancionero que aún no se publicó&#8230;<br />
</strong><br />
- Si, “Tucumán canta para todos” fue presentado por la Casa de Tucumán en la Feria del Libro hace varios meses, pero aún no se publicó. Es un panorama del patrimonio popular musical de la provincia. En el que no podía faltar una baguala en la apertura y otra en el cierre, las creaciones de Atahualpa Yupanqui -que, aunque no era tucumano, le cantó a la provincia- las recopilaciones de Leda Valladares, las composiciones del “Pato” Gentilini, del Chivo Valladares, de Pepe Núñez o de Juan Falú. También están incluidos algunos autores más jóvenes, como “Popi” Quintero o “Coqui” Sosa. Es un libro vivo, destinado a los niños y a las escuelas primarias. Tiene la intención de compartir la música de nuestra provincia y cumplir con lo que Tucumán le debe a la música de su tierra.</p>
<blockquote><p>Violeta Hemsy de Gainza</p>
<p><strong>Profesión</strong>: pedagoga musical de trayectoria internacional; fue presidenta del FLADEM, Foro Latinoamericano de Educación Musical hasta 2005. Ha escrito más de 40 libros, la mayoría, dedicados a la enseñanza de la música, otros, a musicoterapia y a eutonía.<br />
<strong>Reconocimientos</strong>: ha recibido, entre otras distinciones, la Medalla de Oro de la Peña El Cardón (1987) y el Diploma al Mérito de la Fundación Konex (1989).<br />
<strong> Trayectoria</strong>: fue profesora titular de las cátedras de Didáctica Musical y Técnicas de Improvisación en la Universidad de La Plata, en el Conservatorio Nacional “Carlos López Buchardo” y en el conservatorio municipal “Manuel de Falla” de Buenos Aires. Invitada por entidades como la OEA, UNESCO, International Society for Music Education, gobiernos de Francia, de Alemania, de España , de Cuba, entre otros, fue jurado, profesora y conferencista en universidades, conservatorios y centros artísticos de países americanos y europeos. Fue maestra de reconocidos músicos, como Andrés Calamaro y Fito Páez.</p></blockquote>
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		<title>Entrevista de &#8220;La Ronda&#8221; a Violeta Hemsy de Gainza</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 00:45:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;LA RONDA&#8230;.Educación en Movimiento&#8221; es un programa auspiciado por un grupo de emisoras radiales asociadas a ARPA (Asociación Radiodifusoras Privadas Argentinas). El ciclo , que ha sido aprobado por el Comité Federal de Radiodifusión destaca como objetivo primordial de su puesta al aire, la exaltación de los valores de la cultura nacional, contribuyendo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1794" title="eter" src="http://www.violetadegainza.com.ar/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/s1323684166_2229.jpg" alt="eter" width="70" height="87" />&#8220;LA RONDA&#8230;.Educación en Movimiento&#8221; es un programa auspiciado por un grupo de emisoras radiales asociadas a ARPA (Asociación Radiodifusoras Privadas Argentinas).<br />
El ciclo , que ha sido aprobado por el Comité Federal de Radiodifusión destaca como objetivo primordial de su puesta al aire, la exaltación de los valores de la cultura nacional, contribuyendo a afianzar la educación de la población con un carácter nacional e integrador.<br />
La producción artística y técnica de &#8220;LA RONDA&#8230;&#8221; corresponde a la Escuela Terciaria de Educación Radial, <a href="http://www.eter.com.ar/" target="_blank">ETER</a> , bajo la dirección de Eduardo Aliverti, Agustin Tealdo y Javier Rubel.</p>
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<p><a href="http://www.violetadegainza.com.ar/laronda.mp3">Entrevista de La Ronda</a></p>
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